2º capítulo de 2016 em S. Miguel de Acha


Vai realizar-se no próximo dia 12 de novembro, o 2º CAPÍTULO DO ANO DE 2016. O evento inclui o almoço/convívio entre todos ao Confrades, familiares e amigos, e decorrerá no Salão Paroquial de S. Miguel de Acha, a partir das 12:30.

Pelas 16 horas, integrada no Programa do 7º Festival de Vinhos e Licores de S. Miguel de Acha, terá lugar no Salão da Junta de Freguesia, a Prova do Soventre oferecida pela nossa Confraria ao público visitante do Festival às 16:00.

Depois das 18:30, de novo no Salão Paroquial de S. Miguel de Acha, terá início o lanche ajantarado da Confraria que incluirá, à semelhança dos anteriores, animação e “modas” da nossa terra.

Assembleia Geral Ordinária de 2016


No dia 13 de novembro, domingo, e integrada no 2º Capítulo de 2016, decorrerá na Escola dos Rapazes pelas 11 horas, a Assembleia Geral Ordinária do Ano de 2106, cuja ordem de Trabalhos já foi divulgada.

7º Festival de vinhos e licores


Paralelamente ao “2º Capítulo de 2016”, ocorrerá também o 7º festival de vinhos e licores de S. Miguel D'Acha nos dias 12 e 13 de novembro. Poderá contar com:
- Grande noite de fados, com fadistas e artistas conceituados
- Comes e bebes, gastronomia, live cooking, e magusto
- Provas de soventre
- Provas e concurso de vinhos e licores
- Passeio pedestre, animação de rua, animação infantil e stand-up comedy.

Venha ter connosco!

Exposição "Eu hei-de cantar bem alto"


Encontra- se a decorrer desde o dia 2 de Outubro, na Casa da Cultura de S. Miguel de Acha, sita no início da Rua de S. Sebastião, pegada à antiga sapataria do Ricardo Alexandrino, uma exposição denominada “Eu hei-de cantar bem alto” que pretende dar a conhecer a nossa música ao longo dos últimos 70 anos.

“Eu hei-de cantar bem alto é o nome escolhido para esta exposição que aborda como, desde 1946, a música miguelense foi recolhida, cantada e reinterpretada. Recolhida junto do povo que a cantava, por vários estudiosos, que lhe dispensaram especial atenção. Cantada por vários grupos, ao longo dos anos para que não se perdesse. Reinterpretada por artistas que se deixaram fascinar pelas suas particularidades. A história da música em São Miguel d’Acha é a história da vida quotidiana de quem vivia na aldeia. A música acompanhava a monda, o lavar da roupa e a ida para o trabalho, fazia a festa, acalmava os medos ou era uma forma de louvar e expressar crenças religiosas. As mudanças verificadas ao longo do século XX levaram para outros lugares uma grande parte da sua população, afastando-a da terra e das suas vivências. Mas o afastamento físico não quebrou a ligação a São Miguel d’Acha e a música não foi esquecida. Tanto aqueles que ficaram, como aqueles que partiram - três gerações de miguelenses - ao longo destes 70 anos sobre os quais nos debruçamos, mantiveram a sua música e tradição vivas.”

A exposição tem curadoria de Mariana Salgueiro que com patente brilhantismo tomou em mãos, a nosso pedido, a sua preparação e elaboração, e assegura a respetiva continuação, e conta com o apoio da Junta de Freguesia de S. Miguel de Acha, da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, do Centro Cultural Raiano, e com cedências dos materiais expostos por alguns dos nossos conterrâneos.

A mostra vai ficar patente até ao fim do ano por forma a permitir a visita dos conterrâneos que só no tempo do Natal passam por S. Miguel.

Não podem perder!

Esta iniciativa pertence à Confraria do Soventre de S. Miguel de Acha, foi integrada no Dia Mundial da Música de 2016 que decorreu com tanto brilho, em 1 de Outubro, num memorável concerto no Centro Cultural Raiano, em Idanha-a-Nova, com a apresentação de músicas da nossa terra executadas pelo Coral Stella Vitae acompanhado de piano, orquestra e cantora lírica, todas elas harmonizadas pelo nosso conterrâneo Joaquim Gonçalves (Joaquim Casimiro, para nós). Neste concerto participou também o Grupo de Cantares Tradicionais da ADEPAC de S. Miguel de Acha. O Coral Stella Vitae contribuiu ainda com o seu brilhantismo na solenização da Missa do 25º Aniversário do Centro Social e Paroquial de S. Miguel de Acha, que teve lugar na nossa Igreja Matriz e que se encheu completamente de fiéis como há muito tempo não se via.